Agricultura Urbana

A agricultura urbana e principalmente a verticalização da produção agrícola tem sido estudada e aplicada em cidades como Tókio, Singapura, Montreal e Paris. Na América Latina, especificamente, temos exemplos na Venezuela, Cuba e Chile. Um estudo realizado pela ONG Rede de Agricultura Urbana (RAU), em 2012, contabilizou 39 hortas urbanas em torno da cidade de Santiago, “36% é destinado para o consumo, 24%, educação (escolas e universidades que vão até as fazendas locais, entre outros, para estudar como fazer e cuidar), 15% de plantas terapêuticas (propriedades medicinais) e 14% apenas de caráter estético e cênico.”

Agricultura urbana no Brasil, mais especificamente em São Paulo, é representada pelo expressivo aumento da produção onde consta a existência de 441 unidades produtivas e 1271 pessoas atuando diretamente, entre tantas outras indiretamente, em atividades de agricultura urbana dentro do município e é representada pelo Programa de Agricultura Urbana e Periurbana (PROAURP – Lei 13.727/04 e Decreto 51.801/10).

Na região norte, 40% da população de Belém, em 1999, já adotava  a agricultura urbana como estratégia de segurança alimentar, de melhoria da alimentação e de saúde preventiva (FRÈRE; LUDOVINO; MARTINS, 1999).

Portanto, percebe-se que a agricultura urbana é uma tendência mundial, com motivações distintas.

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